Mais de 2 milhões de pessoas em risco de pobreza em Portugal.
Seriam 4 milhões sem os apoios sociais.
16 em cada 100 pessoas ganham menos de 632 euros por mês.
Mais de 2 milhões de pessoas em risco de pobreza em Portugal.
Seriam 4 milhões sem os apoios sociais.
16 em cada 100 pessoas ganham menos de 632 euros por mês.
O estreito de Magalhães é uma passagem marítima natural situada no extremo sul da América do sul, que separa o continente da ilha da Terra do Fogo. Com uma extensão de 570 quilómetros, liga os oceanos Atlântico e Pacífico e era uma importante rota fundamental para a navegação antes da construção do Canal do Panamá.
Descoberta em 1520 pelo explorador português Fernão de Magalhães, esta passagem representou um avanço significativo na história da navegação, oferecendo uma alternativa mais segura às perigosas águas do Cabo Horn. O seu significado histórico e geográfico torna-o um símbolo da exploração e do comércio marítimos.
Fonte: Fernão de Magalhães, navegador português, retratado por Charles Legrand (Jornal Público)
"Segundo Luís Filipe Thomaz, a expedição comandada por Magalhães, que zarpou de Espanha a 20 de setembro de 1519, apanhou “a circulação do anticiclone do Pacífico Sul e a corrente de Humboldt [ou corrente do Peru] até chegar ao Equador”. Depois, beneficiou dos “ventos alísios do Hemisfério Sul e do Hemisfério do Norte até às Filipinas”, onde o navegador morreu em 1521 antes de alcançar a sua meta, as ilhas Molucas (Indonésia), a partir das quais pretendia voltar para Espanha novamente pelo Pacífico para não ser interceptado por navios portugueses." https://www.publico.pt/

Milhares participaram ontem em eventos na capital alemã para marcar aniversário da queda de símbolo da Guerra Fria.
Aceder à notícia em: https://www.publico.pt/, 21/10/2024
(...)
E que áreas profissionais ocupam estes cidadãos contribuintes?
Segundo o MTSSS, entre os brasileiros destacam-se atividades administrativas e serviços de apoio; alojamento, restauração, comércio ou construção.
Já entre os indianos é a agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca; atividades administrativas e serviços de apoio; alojamento, restauração e similares; construção; indústrias transformadoras.
Nos nepaleses aparece sobretudo o alojamento, a restauração mas também a agricultura, a produção animal, caça, floresta e pesca; as atividades administrativas e serviços de apoio ou comércio.
entre os cabo-verdianos destaque para a construção; alojamento, restauração., atividades administrativas e serviços de apoio ou comércio.
(...)
Tens um novo jogo ao dispôr, no separador dos jogos didáticos, sobre Portugal - NUTS III que entraram em vigor este ano (2024).
O Outono é uma estação privilegiada para partir à descoberta das cores extraordinárias do nosso território.
Pela primeira vez, a produção aquícola de animais marinhos ultrapassou a pesca de captura, segundo a FAO. A China, Indonésia, Índia, Vietname, Bangladesh, Filipinas, República da Coreia, Noruega, Egito e Chile lideram o setor.
Em Portugal, de acordo com as últimas Estatística da Pesca (2023), a produção aquícola total em 2022 atingiu as 18 822 toneladas, o que significou um aumento de 4,8% face a 2021. Ainda assim, são quantidades muito abaixo das necessidades de consumo de pescado (55,6 kg/per capita/ano, mais do dobro do consumo médio na UE).
Novo Movimento Pelo Interior defende investimento em aumento de velocidade das linhas ferroviárias para evitar agravamento da desertificação e evitar concentração de pessoas e serviços na faixa costeira.
O Plano Ferroviário Nacional (PFN) é uma oportunidade para mudar tudo nos carris portugueses: “Os passageiros, o aumento das velocidades e a consequente redução dos tempos de viagem têm de ser um objetivo central do processo de decisão de investir.”
Por Diogo Nunes em "Diário de Notícias": https://www.dn.pt/6004313703/repovoar-o-interior-depende-da-oferta-de-comboios-mais-rapidos-e-frequentes/
A Declaração Schuman foi proferida pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Robert Schuman, a 9 de maio de 1950. Nela se propunha a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) com vista a instituir um mercado comum do carvão e do aço entre os países fundadores.
A CECA (membros fundadores: França, República Federal da Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo) deu origem à atual União Europeia.
Muitas transformações ocorreram na mais popular revolução de um país outrora governado pelo rei D. Afonso Henriques. É urgente que a história permaneça viva e, na memória de todos, as transformações e mudanças que aquele dia trouxe ao nosso país.
A censura terminou. Passou-se a ter direito a opinião e a expressar-se livremente.
O direito ao voto passou a ser de todos a partir dos 18 anos.
As mulheres deixaram de ser "propriedade" dos maridos. Passaram a poder viajar sem precisar da autorização escrita do marido e as professoras puderam casar livremente sem requerer autorização.
Estabeleceu-se o direito à greve e a férias.
O Sistema Nacional de Saúde implementou-se, mesmo não sendo perfeito.
O acesso à educação deixou de ser elitista e passou a ser para todos.
Honremos todos que marcharam pela nossa liberdade...
Fonte da imagem: https://roteirodasminas.dgeg.gov.pt/lista-de-pontos/mina-de-sao-domingos-pt-1/
O conjunto inclui várias estruturas e equipamentos que eram utilizados na produção e processamento de minério, como a grande mina a céu aberto, o complexo industrial, além de uma aldeia onde residiam os operários e os administradores da mina. O minério era transportado por uma linha férrea até ao porto fluvial do Pomarão, no Rio Guadiana, onde era transferido para barcos com destino a outras partes do país ou para o estrangeiro.
A exploração criou gravíssimos problemas ambientais na região em redor, devido principalmente à contaminação das águas pelas escórias, que foram deixadas no local após o encerramento da mina.
No âmbito da disciplina de Geografia A e C dos cursos de Línguas e Humanidades e de Ciências Socioeconómicas, os alunos do 10.º, 11.º, e 12.º anos realizaram, nos dias 14 e 15 de março de 2024, uma visita de estudo ao litoral português e à cidade de Lisboa.
Assim, começámos por visitar S. Martinho do Porto, uma pitoresca vila costeira conhecida pela sua bela baía em forma de concha. Partimos em direção à Lagoa de Óbidos, um paraíso natural de águas tranquilas rodeada por belas paisagens de que, devido a constrangimentos alheios à nossa vontade, não conseguimos tirar todo o proveito. Fica a vontade de regressar.
Seguiu-se uma paragem no Tômbolo de Peniche, onde tirámos belas fotos no Cabo Carvoeiro, um promontório com falésias escarpadas, formações rochosas impressionantes e vistas espetaculares para o Oceano Atlântico, de onde foi possível avistar as Berlengas. E não podíamos sair de Peniche sem passar pela sua conhecida Fortaleza e sem dar um salto à praia Supertubos, um paraíso para os surfistas devido às suas ondas desafiadoras.
Chegados a Lisboa, dedicámos tempo a explorar o moderno e vibrante Parque das Nações, uma área revitalizada, local da Expo98, que mudou a parte oriental da cidade. Passeámos ao longo do Rio Tejo, maravilhando-nos com a arquitetura contemporânea, os jardins bem cuidados e as diversas atrações culturais. Houve ainda oportunidade de fazer umas comprinhas no Centro Comercial Vasco da Gama.
O segundo dia foi dedicado a percorrer a pé a Baixa de Lisboa, conhecida pela sua planta ortogonal arquitetada pelo Marquês de Pombal após o terramoto, pelas suas ruas históricas, arquitetura impressionante e vibrante atmosfera cultural.
Este dia culminou com a visita ao QUAKE – Museu do Terramoto, um museu fascinante e interativo que explora a história sísmica de Lisboa e os impactos do grande terramoto de 1755. Através de exposições interativas e artefactos históricos, aprendemos sobre as causas e consequências do desastre natural e sua influência na arquitetura, cultura e sociedade da cidade, bem como a agir nestas situações.
A nossa visita foi repleta de descobertas, aventuras e momentos inesquecíveis que proporcionaram aprendizagens e cimentaram relações.
Na Europa determinou-se que, até ao ano de 2030, cerca de 32% de toda a energia consumida deverá ter como origem recursos renováveis. Neste contexto, o nosso país tem metas bastante ambiciosas no que concerne à produção de energia elétrica com recurso a fontes renováveis.
Efetivamente, Portugal estabeleceu para si próprio, através do PNEC 2030, que o seu contributo global para a incorporação de recursos energéticos renováveis deverá estar na ordem dos 47%, sendo que para a produção de eletricidade, essa incorporação de renováveis estará próxima dos 80%.
Face ao exposto, é fundamental garantir-se que existirá um reforço do mix energético nacional estabelecido, dando-se particular relevo às energias de origem eólica, fotovoltaica, biomassa, entre outras.
(Fonte: https://www.iep.pt/o_futuro_da_energia_eolica_em_portugal/)
Os alunos das turmas de 8º ano realizaram, nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2024, no âmbito da disciplina de Geografia, uma visita virtual ao centro de triagem da Lipor, no contexto da temática "áreas de fixação demográfica". Pretendeu-se que os alunos refletissem sobre a importância do seu contributo para melhorar a qualidade de vida do mundo em que vivem, nomeadamente contribuindo para assegurar uma melhor gestão dos resíduos sólidos urbanos e, com isso, para uma maior sustentabilidade do lugar onde vivemos e do nosso planeta.
Os técnicos da Lipor começaram por explicar como realizar uma adequada separação de resíduos, seguindo-se um circuito pelo Centro de Triagem, onde foi possível perceber o caminho dos resíduos, depois de serem entregues para reciclagem, até serem encaminhados para a indústria recicladora. É nesta unidade que é realizada uma seleção mais rigorosa das embalagens de plástico, metal e embalagens de cartão para alimentos líquidos provenientes dos circuitos de recolha seletiva (Ecopontos, Ecocentros, circuitos de recolha seletiva Porta-a-Porta) de forma a poderem ser enviados para a reciclagem. O trabalho dos colaboradores da LIPOR, nesta etapa, é fundamental para garantir a qualidade dos materiais que chegam às indústrias recicladoras.
“A agricultura hoje é outro mundo.” E é outro mundo também em Portugal. Distantes estão os tempos da Família Prudêncio, criada pelo Ministério da Agricultura, no início dos anos 70 do século passado, quando a televisão ainda era a preto e branco. “Os conselhos que davam nessa época hoje seriam considerados crimes ambientais. Isto mostra o que o setor evoluiu. Os políticos e os consumidores, por vezes, não têm noção disso”, recorda Luís Mira.
Mas não havendo uma Família Prudêncio do século XXI, também não se sabe que agora faz-se produção integrada em pomares de maçãs e pêras. Ou seja, só se aplica um determinado produto nas árvores se não houver outra opção, faz-se contagem de insetos, aplicam-se técnicas para conter a reprodução, lançam-se insetos para comerem outros... "Isto não é ficção científica. Todos os que produzem para o mercado o fazem”, afiança o secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal.
Por isso no entender de Luís Mira a agricultura sofre de um problema de imagem. “Há 40 anos quem queria ser cozinheiro? Nem aparecia na sala. Atualmente a atividade tornou-se limpa, com luz, com amor e os chefes são figuras públicas”, exemplifica, para dizer que a agricultura tem de seguir este exemplo.
Ninguém quer ser tratorista, mas se for um operador digital de máquinas rurais se calhar a apetência já é outra. “Há uma perceção errada do que é a atividade agrícola e da importância que ela tem para a sociedade,” Outro ponto que salienta é a questão da formação: “Qual é a universidade que sabe de vinho? Quero colocar um novo olival, qual é a universidade que sabe dar informação técnica sobre isso? Isto acontece porque somos um país desorganizado e porque as universidades querem perceber de tudo em vez de se especializarem.”
Revela ainda que Portugal não tem falta de água, mas tem um problema de gestão da água e termina elogiando o setor: “Temos os melhores vinhos do mundo, o melhor concentrado de tomate do mundo, cortiça, frutas e hortícolas incríveis. Temos 320 mil hectares de olival conseguidos através da tecnologia, ‘sem intervenção política’. No litoral alentejano podemos produzir framboesas 52 semanas por ano. Isso não existe em muitas partes do mundo."
E volta às comparações. "A onda da Nazaré também estava lá, mas só quando um americano a viu é que passou a ser a melhor onda do mundo, infelizmente temos casos desses na agricultura.”
Depois de fechar as centrais elétricas a carvão, Portugal aumentou as compras de energia elétrica a Espanha. E essa mudança acabou por levantar questões estratégicas sobre a dependência nacional relativamente à energia que vem do país vizinho, alerta Ana Estanqueiro, investigadora do Laboratório Nacional de Energia e Geologia. A investigadora acredita que as renováveis vão acabar por mudar o paradigma e os hábitos de consumo de energia.
Ana Estanqueiro, investigadora do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e referência no desenvolvimento da energia eólica e na sua integração na rede elétrica, considera que já não há margem para acomodar em Portugal investimentos em centrais nucleares. Em entrevista ao podcast Futuro do Futuro, a investigadora lembra que a estabilidade da rede elétrica, que obriga a evitar tanto escassez como também os excessos de produção, acaba por inviabilizar, do ponto de vista técnico, os investimentos em centrais nucleares.
“Em Portugal, quando tomámos no final dos anos 80 e no princípio dos anos 90 a opção claramente renovável, retirámos do nosso horizonte a hipótese de ter centrais nucleares”, informa a investigadora do LNEG.
Ana Estanqueiro recorda que o consumo de eletricidade em Portugal ronda os 10 gigawatts (GW), sendo que uma central nuclear, além de uma elevada potência, caracteriza-se pela produção em contínuo, que gera desafios técnicos acrescidos quando se trata de escoar a energia para a rede, sempre que se supera o máximo atingido pelo consumo.
Esse excesso, que é especialmente problemático para a gestão de uma rede elétrica, poderia deixar de ser assim tão raro tendo em conta que Portugal já tem barragens, eólicas ou fotovoltaicas e outros meios de produção de eletricidade.
“Para que funcione sem problemas, em cada instante no tempo, a produção de eletricidade tem que igualar o consumo total de eletricidade num determinado país ou determinada zona”, explica a cientista.
No entender de Ana Estanqueiro, centrais nucleares e energias renováveis “coabitam muito mal” na rede elétrica, pois juntam os desafios técnicos associados ao excesso de uma fonte de energia constante como o nuclear aos desafios não menos trabalhosos das renováveis, que se distinguem pelo facto de não ser possível garantir sol ou vento a toda a hora para a produção de energia.
Mesmo com as limitações técnicas que poderão surgir de uma futura produção em excesso, Portugal não deixa de estar dependente das importações de energia de Espanha.
Portugal e Espanha têm climas parecidos – e isso significa que podem ser afetados em simultâneo tanto na abundância como na escassez de sol ou vento. E esse fator pode pôr em risco a segurança energética nacional, no dia em que Espanha não tiver vento ou sol em volumes suficientes para produzir e exportar a eletricidade que Portugal importa.
“Em termos legais, Espanha pode cortar o fornecimento a Portugal e dar prioridade ao seu espaço nacional. E isso é perfeitamente legal em termos comunitários”, recorda Ana Estanqueiro.
A variabilidade que caracteriza as renováveis também haverá de gerar impacto nos hábitos de consumo de vários pontos do globo. “Vamos ter que mudar este paradigma. O consumo vai ter que se tornar muito mais flexível porque a produção é muito menos flexível do que foi no passado”.
Mais uma vez, a dificuldade da rede em lidar com o excesso de energia terá implicações nas rotinas e nas carteiras dos consumidores. “Entre as 11 da manhã e as 4 da tarde a energia vai ser muito barata. E vamos deixar os eletrodomésticos programados, a máquina de lavar a louça e a de lavar a roupa, para lavar essas horas. Porquê? Porque a produção fotovoltaica está a subir e a essas horas vai haver um excesso de produção”, acrescenta a investigadora.
Perante um cenário que rapidamente passa do excesso à escassez e vice-versa, apenas as tecnologias de armazenamento de energia se podem revelar providenciais. Mas nesse campo, Ana Estanqueiro garante que ainda nada superou as centrais hídricas – ainda que aponte o hidrogénio como caminho a seguir.
A investigadora do LNEG, que também dá aulas na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, recorda que “uma das mais-valias mais relevantes da produção de hidrogénio” remete precisamente para a possibilidade de “utilizar a energia excedente de centrais eólicas e solares fotovoltaicas em horas em que o consumo não justifica essa produção e usar esse excedente para produzir hidrogénio e guardar esse hidrogénio”.
A aposta europeia no hidrogénio, apesar de ser uma aposta a longo prazo, também poderá ajudar a reduzir a dependência de combustíveis fósseis. “O hidrogénio tem a capacidade de, senão totalmente, pelo menos parcialmente, substituir o gás”, responde Ana Estanqueiro. Em contrapartida, a investigadora é cética quanto à hipótese de desenvolvimento de unidades de armazenamento de energia feitas partir do lítio.
“Devo dizer que não sou muito favorável, em termos de utilização sustentável e eficiente, dos materiais de instalação de baterias eletroquímicas de lítio, por exemplo, à escala do sistema elétrico. Porquê? Porque os materiais são escassos, e o impacto ambiental da mineração é também elevado”.

Nos habituais desafios colocados no podcast Futuro do Futuro, Ana Estanqueiro trouxe para escuta um som produzido por uma turbina eólica, e uma imagem que pretende ilustrar o potencial dos parques eólicos que operam a flutuar no mar.
O Plano de Afetação que o Governo lançou recentemente para a produção de energia eólica a partir do mar já deverá contemplar um acréscimo de 10 GW na capacidade de produção de eletricidade nacional. O que pode significar mais 50% de capacidade de produção elétrica atual.
“Os pescadores estão a ser tomados em consideração nas várias zonas”, garante Ana Estanqueiro. Como exemplo, a investigadora destaca o cuidado do Plano de Afetação, ao afastar a instalação de turbinas eólicas de uma zona de pesqueiro especialmente rica em Viana do Castelo, para evitar perdas para quem vive da pesca.
Por outro lado, a presença da eólicas flutuantes poderá dar igualmente o mote para a instalação de unidades de exploração de aquacultura. “Desde as primeiras turbinas que se instalaram em Portugal que digo que não se faz este tipo de centrais contra as pessoas no local”, conclui Ana Estanqueiro.
Novos jogos sobre " Vazios humanos " e " As maiores cidades do mundo " disponíveis no separador dos Jogos didáticos