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domingo, 11 de janeiro de 2026

Sabes como é a densidade populacional no mundo?

A população mundial distribui-se de forma muito irregular, havendo diferenças muito significativas em termos de densidade populacional (n.º de habitantes por unidade de superfície, habitualmente Km2).   

Acede ao link: https://www.populationpyramid.net/population-density/

Pesquisa sobre a densidade populacional de um país à tua escolha.    

A densidade populacional permite, a nível mundial, individualizar áreas de:

  • elevada densidade populacional, os chamados focos populacionais, áreas atrativas à fixação humana;
  • fraca densidade populacional, os designados vazios humanos, áreas repulsivas à fixação humana. 

Focos populacionais principais 
- Ásia Oriental
- Ásia Meridional
- Europa Ocidental e Central 
- Nordeste dos EUA

Vazios humanos 
- Regiões Polares e Subpolares 
- Desertos Quentes
- Florestas Equatoriais 
- Regiões de Elevada Altitude

sábado, 6 de dezembro de 2025

Sabes como estão a evoluir os contrastes demográficos entre litoral e interior em Portugal? Já podes saber como foi em 2024.

          

Os mapas revelam a continuidade dos contrastes demográficos em Portugal. A mortalidade mantém-se mais elevada no interior, evidenciando populações mais envelhecidas e maior perda de população. Em sentido oposto, as áreas metropolitanas e parte do litoral apresentam valores mais baixos.

A natalidade apresenta valores mais elevados nas regiões mais jovens e urbanas, com destaque para as áreas metropolitanas e para o Algarve, enquanto o interior rural apresenta níveis bastante reduzidos.

A taxa de crescimento efetivo confirma esta clivagem: grande parte do interior regista quebras populacionais significativas, enquanto alguns municípios do litoral — sobretudo nas regiões de Lisboa, Algarve e do Norte litoral — ainda conseguem crescer, impulsionados por dinâmicas urbanas, fluxos migratórios e maior concentração de serviços e emprego.

Os dados traduzem um país profundamente marcado pelas assimetrias litoral–interior, onde o envelhecimento e a perda populacional continuam a concentrar-se nos territórios de baixa densidade, ao passo que os principais centros urbanos mantêm algum dinamismo demográfico.

Sabias as condições em Portugal para um local ser elevado a cidade?

Elevação à categoria de Cidade (Artigo 3.º) (adaptado)

Lei n.º 24/2024, de 20 de fevereiro 


1 - Podem ser elevadas à categoria de cidade as vilas com mais de 9000 eleitores, em aglomerado populacional contínuo, e que correspondam a núcleos de urbanização intensa.

2 - Para efeitos do disposto no número anterior, é necessária a existência de, pelo menos, dois terços das seguintes instituições ou equipamentos coletivos:
a) Serviços públicos da administração central ou local prestados presencialmente com caráter permanente à população;
b) Serviços hospitalares com serviço de urgências ou de atendimento permanente e presencial;
c) Corporação de bombeiros;
d) Respostas sociais, designadamente à infância, a idosos e a pessoas com deficiência;
e) Creches ou estabelecimentos de educação pré-escolar;
f) Estabelecimento de ensino secundário;
g) Estabelecimentos de ensino superior;
h) Centro tecnológico ou de investigação;
i) Equipamentos de natureza cultural ou artística, designadamente auditório, biblioteca, centro cultural, museu ou centro interpretativo;
j) Estádio ou parque desportivo multidesportivo;
k) Estabelecimentos hoteleiros;
l) Estabelecimento de prestação de serviços postais;
m) Agência bancária;
n) Cobertura por rede de transportes públicos coletivos;
o) Estação de Tratamento de Águas ou de Águas Residuais ou centro de tratamento de resíduos urbanos;
p) Parque empresarial ou industrial ou centro logístico;
q) Parques ou jardins de utilização pública;
r) Património cultural classificado de interesse público ou nacional.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Sabias que a idade da reforma sobe para 66 anos e 11 meses em 2027?

"A idade da reforma está cada vez mais próxima dos 67 anos e, em 2027, atingirá o valor mais elevado de sempre. Assim, quem se quiser reformar sem qualquer penalização terá trabalhar até aos 66 anos e 11 meses. Ou seja, mais dois meses do que o exigido no próximo ano.

Os dados provisórios da esperança média de vida aos 65 anos, indicador que serve de referência à fixação da idade da reforma em Portugal, foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e apontam para um novo aumento."

Aceder a: https://www.publico.pt/2025/11/27/economia/noticia/idade-reforma-sobe-66-anos-11-meses-2027-2156237


domingo, 1 de dezembro de 2024

Sabias que vai aumentar a idade de reforma?

 

Fonte: Título de notícia no Jornal de Negócios


E como vivenciar a reforma de forma saudável?

O processo de envelhecimento é natural e universal, ou seja, atinge a todos os indivíduos da espécie humana. Os principais objetivos do envelhecimento saudável são a promoção da independência dos idosos e uma melhor qualidade de vida. O termo “saudável” faz referência ao indivíduo que está em um estado completo de bem-estar, incluindo o físico, mental e o social.

Entre os principais aliados para um envelhecimento saudável, pode-se citar:
- a prática regular de exercícios físicos;
- uma boa alimentação.

A saúde mental também é vista como um dos principais fatores para um envelhecimento saudável. Passe tempo com seus amigos e familiares, mantendo um convívio social. Uma boa-noite de sono também é importante para o bem-estar mental.

sábado, 22 de junho de 2024

Notícia: Produção de peixe em aquicultura supera, pela primeira vez, a pesca de captura

Pela primeira vez, a produção aquícola de animais marinhos ultrapassou a pesca de captura, segundo a FAO. A China, Indonésia, Índia, Vietname, Bangladesh, Filipinas, República da Coreia, Noruega, Egito e Chile lideram o setor.

Foto: National Geographic.

produção da pesca e da aquicultura em 2022 aumentou para 223,2 milhões de toneladas em todo o mundo, mais 4,4% face ao ano de 2020, de acordo com a edição de 2024 do Estado Mundial da Pesca e da Aquicultura (SOFIA), um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
(..)
Se esta produção recorde de alimentos marinhos mostra o potencial do setor no combate à insegurança alimentar e à desnutrição no mundo - o consumo global terá atingido 162,5 milhões de toneladas em 2021, segundo a FAO-, a União Europeia (UE) está muito aquém do que podia produzir.
(...)
Isto, apesar de a aquicultura ser “um dos setores alimentares com crescimento mais rápido no mundo”, mas no qual “a UE ocupa uma posição diminuta”, lê-se no relatório daquele Tribunal, batizado com o sugestivo título “Política de aquicultura da UE: Maior financiamento da UE, mas produção estagnada e resultados pouco claros”.
(...)

Em Portugal, de acordo com as últimas Estatística da Pesca (2023), a produção aquícola total em 2022 atingiu as 18 822 toneladas, o que significou um aumento de 4,8% face a 2021. Ainda assim, são quantidades muito abaixo das necessidades de consumo de pescado (55,6 kg/per capita/ano, mais do dobro do consumo médio na UE).

Fonte: https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-peixe-em-aquicultura-supera-pela-primeira-vez-a-pesca-de-captura-fao.html

Notícia: Repovoar o interior depende da oferta de comboios mais rápidos e frequentes

Novo Movimento Pelo Interior defende investimento em aumento de velocidade das linhas ferroviárias para evitar agravamento da desertificação e evitar concentração de pessoas e serviços na faixa costeira.


" A migração do interior tem pressionado cada vez mais o litoral do país: os empregos estão cada vez mais concentrados nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde o metro quadrado fica cada vez mais caro e as famílias são obrigadas a morar nos subúrbios. Sem haver planeamento do território, essas pessoas ficam a depender do automóvel para chegarem ao emprego, porque as redes de transporte não conseguem responder atempadamente a estes movimentos. As pessoas ficam presas nas filas, no para-arranca, acabam por gastar mais combustível, agravando a importação de bens e rompendo com qualquer estratégia de descarbonização dos transportes, um dos maiores emissores de gases com efeitos de estufa. Há menor qualidade de vida.

O Plano Ferroviário Nacional (PFN) é uma oportunidade para mudar tudo nos carris portugueses: “Os passageiros, o aumento das velocidades e a consequente redução dos tempos de viagem têm de ser um objetivo central do processo de decisão de investir.” 

Por Diogo Nunes em "Diário de Notícias": https://www.dn.pt/6004313703/repovoar-o-interior-depende-da-oferta-de-comboios-mais-rapidos-e-frequentes/

quinta-feira, 25 de abril de 2024

Conheces uma área mineira abandonada requalificada para aproveitamento turístico?

 

Fonte da imagem: https://roteirodasminas.dgeg.gov.pt/lista-de-pontos/mina-de-sao-domingos-pt-1/

A mina de São Domingos, localizada na Faixa Piritosa Ibérica, no concelho de Mértola, funcionou entre 1864 e 1965 e nela eram explorados cobre e enxofre. 

O conjunto inclui várias estruturas e equipamentos que eram utilizados na produção e processamento de minério, como a grande mina a céu aberto, o complexo industrial, além de uma aldeia onde residiam os operários e os administradores da mina. O minério era transportado por uma linha férrea até ao porto fluvial do Pomarão, no Rio Guadiana, onde era transferido para barcos com destino a outras partes do país ou para o estrangeiro. 

A exploração criou gravíssimos problemas ambientais na região em redor, devido principalmente à contaminação das águas pelas escórias, que foram deixadas no local após o encerramento da mina.

Atualmente existe uma Rota do Minério que percorre as ruas da localidade alentejana, além dos velhos acessos do antigo complexo mineiro, seguindo ao longo da antiga via-férrea até ao Porto do Pomarão. A Casa do Mineiro, possível de visitar, ilustra a vivência das famílias e alberga objetos e memórias dos tempos em que a mina funcionava.

Passados todos estes anos, restou também a praia fluvial da Tapada Grande. Inicialmente construída para abastecimento da povoação e dos trabalhos mineiros, assume agora funcionalidades recreativas.


Como se distribui a produção de eletricidade através das energias renováveis no mundo?

Como é o consumo de energia por pessoa, no mundo, desde os anos 60?

Quais os impactes da indústria extrativa?

- alteração da paisagem;
- desflorestação e destruição de habitats;
- poluição dos solos e das águas superficiais e subterrânea;
- poluição sonora provocada pelos rebentamentos;
- degradação das áreas devido ao abandono das minas e pedreiras;
- aumento do desemprego e diminuição da qualidade de vida pelo encerramento das minas.

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Resíduos urbanos: onde se produz mais em Portugal e como são tratados?


 

Sabias que Portugal é um dos países onde a energia eólica mais pesa no “cabaz” energético?

Sem carvão e sem nuclear, Portugal é um dos países onde o eólico mais pesa no “cabaz” energético (26%), depois de Dinamarca, Irlanda, Alemanha, Países Baixos e Espanha, diz a WindEurope. Tem também, a par de Espanha, o parque de turbinas mais envelhecidas dos 27. Portugal é um dos 11 países da UE que tem energia eólica no mar, com os 25 MW do parque Windfloat Atlantic, em Viana do Castelo.


Por todo o mundo, o potencial da energia eólica é utilizado como recurso verde para a produção de energia elétrica. Com os incentivos dados em anos passados, foi possível um forte investimento neste setor, tornando-o o segundo mais rentável no que diz respeito à produção elétrica com origem em fontes de energia renovável, ficando apenas atrás das centrais hídricas.

Na Europa determinou-se que, até ao ano de 2030, cerca  de 32% de toda a energia consumida deverá ter como origem recursos renováveis. Neste contexto, o nosso país tem metas bastante ambiciosas no que concerne à produção de energia elétrica com recurso a fontes renováveis. 

Efetivamente, Portugal estabeleceu para si próprio, através do PNEC 2030, que o seu contributo global para a incorporação de recursos energéticos renováveis deverá estar na ordem dos 47%, sendo que para a produção de eletricidade, essa incorporação de renováveis estará próxima dos 80%. 

Face ao exposto, é fundamental garantir-se que existirá um reforço do mix energético nacional estabelecido, dando-se particular relevo às energias de origem eólica, fotovoltaica, biomassa, entre outras.

(Fonte: https://www.iep.pt/o_futuro_da_energia_eolica_em_portugal/)


terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Notícia Expresso: “A agricultura portuguesa já utiliza Inteligência Artificial, mas nos manuais escolares só se vê o burro e o arado”

Luís Mira lamenta que exista uma perceção errada do setor agrícola e da sua importância para a sociedade. Apenas 5% da população se dedica à agricultura, uma atividade que, diz, é a única realmente sustentável. Afinal, são as plantas que resgatam o carbono. E garante que a tecnologia e a inteligência artificial utilizadas no setor não são ficção científica.

“A agricultura hoje é outro mundo.” E é outro mundo também em Portugal. Distantes estão os tempos da Família Prudêncio, criada pelo Ministério da Agricultura, no início dos anos 70 do século passado, quando a televisão ainda era a preto e branco. “Os conselhos que davam nessa época hoje seriam considerados crimes ambientais. Isto mostra o que o setor evoluiu. Os políticos e os consumidores, por vezes, não têm noção disso”, recorda Luís Mira.

Mas não havendo uma Família Prudêncio do século XXI, também não se sabe que agora faz-se produção integrada em pomares de maçãs e pêras. Ou seja, só se aplica um determinado produto nas árvores se não houver outra opção, faz-se contagem de insetos, aplicam-se técnicas para conter a reprodução, lançam-se insetos para comerem outros... "Isto não é ficção científica. Todos os que produzem para o mercado o fazem”, afiança o secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal.


Por isso no entender de Luís Mira a agricultura sofre de um problema de imagem. “Há 40 anos quem queria ser cozinheiro? Nem aparecia na sala. Atualmente a atividade tornou-se limpa, com luz, com amor e os chefes são figuras públicas”, exemplifica, para dizer que a agricultura tem de seguir este exemplo.

Ninguém quer ser tratorista, mas se for um operador digital de máquinas rurais se calhar a apetência já é outra. “Há uma perceção errada do que é a atividade agrícola e da importância que ela tem para a sociedade,” Outro ponto que salienta é a questão da formação: “Qual é a universidade que sabe de vinho? Quero colocar um novo olival, qual é a universidade que sabe dar informação técnica sobre isso? Isto acontece porque somos um país desorganizado e porque as universidades querem perceber de tudo em vez de se especializarem.”


Revela ainda que Portugal não tem falta de água, mas tem um problema de gestão da água e termina elogiando o setor: “Temos os melhores vinhos do mundo, o melhor concentrado de tomate do mundo, cortiça, frutas e hortícolas incríveis. Temos 320 mil hectares de olival conseguidos através da tecnologia, ‘sem intervenção política’. No litoral alentejano podemos produzir framboesas 52 semanas por ano. Isso não existe em muitas partes do mundo."

E volta às comparações. "A onda da Nazaré também estava lá, mas só quando um americano a viu é que passou a ser a melhor onda do mundo, infelizmente temos casos desses na agricultura.”

Fonte: https://expresso.pt/podcasts/ser-ou-nao-ser/2024-01-16-A-agricultura-portuguesa-ja-utiliza-Inteligencia-Artificial-mas-nos-manuais-escolares-so-se-ve-o-burro-e-o-arado-d014fa86

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Sabias que a emigração tem sido capa dos jornais nos últimos dias? A refletir...

Fonte: Expresso, 12-01-2024

                                                                    Fonte: Público, 12-01-2024

Fonte: Jornal de Notícias, 16-01-2024



 

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Sabias que 7% da população em Portugal é estrangeira?

 

No final de 2022, viviam em Portugal quase 240 mil brasileiros, seguido dos cidadãos do Reino Unido (mais de 45 mil) e de Cabo Verde (mais de 36 mil). Deu-se ainda um "forte crescimento" ocorrido em algumas comunidades estrangeiras, caso dos nacionais do Nepal.

Os censos de 2021 apuraram que 1.608.094 portugueses que viveram no estrangeiro regressaram a Portugal, sendo os países de proveniência mais representativos França (23,2%), Angola (14%), Suíça (8,1%), Brasil (7,2%), Moçambique (6,5%) e Alemanha (6,3%).

Memórias da Visita de estudo "Entre o Mar e a Terra: Recursos, Património e Território”

A visita de estudo realizada nos dias 19 e 20 de março, no âmbito da disciplina de Geografia A (e ainda de Cidadania e Desenvolvimento) dos ...