segunda-feira, 13 de abril de 2026

Memórias da Visita de estudo "Entre o Mar e a Terra: Recursos, Património e Território”

A visita de estudo realizada nos dias 19 e 20 de março, no âmbito da disciplina de Geografia A (e ainda de Cidadania e Desenvolvimento) dos cursos científico-humanísticos, constituiu uma experiência muito enriquecedora para os alunos, aliando conhecimento, descoberta e convívio.

O percurso incluiu a visita ao Porto de Leixões, onde os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento de uma das principais infraestruturas portuárias do país. A atividade prosseguiu com a exploração das Salinas de Rio Maior, as únicas salinas interiores existentes em Portugal, que conjugam tradição e património, permitindo a compreensão do processo de produção artesanal de sal. Seguiu-se uma passagem pela Lagoa de Óbidos, na zona da Foz do Arelho, antes de um percurso pedonal pelo centro histórico de Óbidos. 

No segundo dia, a atividade continuou com uma visita ao Cabo Carvoeiro, local de grande beleza natural e paisagística e de erosão costeira. Seguiu-se a exploração das Grutas de Mira de Aire, uma das mais impressionantes formações geológicas do país, que despertou grande interesse junto dos participantes.

A visita terminou com um percurso pedonal pela zona histórica de Coimbra, no qual os alunos puderam relacionar os conteúdos teóricos abordados em sala de aula com a realidade observada, nomeadamente no que diz respeito às dinâmicas e organização das áreas urbanas.

            

Como se estão a comportar as Energias Renováveis em 2026, em Portugal?

Fonte: Portal energia

No primeiro trimestre de 2026,  as Energias Renováveis asseguraram 78,5% na produção de eletricidade, segundo o Boletim Eletricidade Renovável de Janeiro, divulgado pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN). A energia hídrica destacou-se como principal fonte de produção, com 37,1% do total, seguida pela eólica, com 25,9%, num mês caracterizado por condições típicas de Inverno e elevada disponibilidade hídrica.

No contexto europeu, Portugal destacou-se como o terceiro país com maior incorporação de energias renováveis na produção de eletricidade, apenas atrás da Noruega e da Dinamarca.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Sabes que as cheias do Mondego não são uma surpresa?

As cheias do Mondego são uma consequência previsível de décadas de decisões erradas no ordenamento do território.
Fonte: SIC Notícias


Fonte: Público

Fonte: Observador

Fonte: Radio Renascença

Como disse António de Bento Rodrigues: “Não podemos continuar a autorizar as pessoas a instalarem-se, quer as pessoas, quer as atividades, empresas, armazéns, fábricas, casas, em leito de cheia, porque isto por muito que se faça, por muitas obras que se façam, isto irá sempre ocorrer”.

Leito de cheia: espaço do vale ocupado quando, devido à precipitação intensa, as águas do rio sobem e transbordam as margens do leito normal.

Quais os fatores que contribuem para a degradação do litoral?

Os fatores que contribuem para a degradação do litoral são:

• a diminuição da quantidade de sedimentos que atingem a costa;
• a subida do nível médio das águas do mar;
• o pisoteio da vegetação que protege as dunas;
• a configuração geral da costa;
• a produção de resíduos e efluentes domésticos, agrícolas e industriais, lançados nos rios e no mar sem tratamento;
• sobre-exploração dos aquíferos;
• a crescente pressão urbanística;
• a construção anárquica de habitações, muitas vezes edificadas em sistemas dunares e em arribas. 

A propósito deste último ponto, o caso da Costa da Caparica:

Há uns dias aconteceu um grande movimento de massa na "Arriba fóssil da Caparica", danificando pelo menos 17 habitações, 3 soterradas e a retirada de 31 pessoas. 
            

De acordo com o geólogo Pedro Cunha este "movimento de massa teve como principais fatores condicionantes:
1) A litologia ser constituída por margas muito pouco consolidadas que, por saturação em água resultante da chuva intensa e prolongada, se tornam muito plásticas e se favorece o desenvolvimento de escorregamento; também existem camadas de calcário intercaladas que tombaram e tiveram quedas.
2) O muito grande declive da vertente (da paleoarriba).
Como fatores desencadeantes:
1) A precipitação intensa e prolongada (dando saturação em água às margas).
2) A ação humana, por escavamento no sopé da vertente.

Agora, após desgraça, o que a Câmara (quem, inconscientemente, licenciou) deve fazer:
- Desativar as construções localizadas junto ao sopé da vertente e substituí-las por outras.
- Implantar uma barreira de gabião, ou muro resistente (que não tombe) no sopé da vertente, para evitar que a queda de materiais se movimente no sopé e atinja posições mais afastadas.
- Definir uma faixa de perigosidade, impedindo novas construções nela."



Repensar o ordenamento dos espaços costeiros, através de uma maior articulação dos instrumentos de planeamento e gestão dos espaços costeiros é fundamental!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Anticiclone dos Açores... com humor


Anticiclones vs Depressões barométricas
             
                        

                            

O anticiclone é um centro de alta pressão atmosférica em torno do qual o vento sopra no sentido do movimento dos ponteiros do relógio no hemisfério norte (e em sentido contrário no hemisfério sul), porque a pressão atmosférica é máxima no centro e diminui à medida que a distância ao centro aumenta. 
O anticiclone dos Açores é um exemplo de um anticiclone subtropical. Está lá grande parte do ano, mas muda de posição e de intensidade conforme as estações. Os verões são quentes e secos e os invernos tendem a ser moderados, quer em termos de temperatura, quer de pluviosidade. Na verdade, situado sobre o Atlântico Norte, este sistema de altas pressões influencia tanto o clima da Europa Ocidental como o do Norte de África e o da América do Norte.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Novidade

Novos jogos sobre "Vazios humanos" e "As maiores cidades do mundo" disponíveis no separador dos Jogos didáticos

Memórias da Visita de estudo "Entre o Mar e a Terra: Recursos, Património e Território”

A visita de estudo realizada nos dias 19 e 20 de março, no âmbito da disciplina de Geografia A (e ainda de Cidadania e Desenvolvimento) dos ...