quinta-feira, 25 de abril de 2024

E porque hoje é 25 de abril...

       

Muitas transformações ocorreram na mais popular revolução de um país outrora governado pelo rei D. Afonso Henriques. É urgente que a história permaneça viva e, na memória de todos, as transformações e mudanças que aquele dia trouxe ao nosso país.

A censura terminou. Passou-se a ter direito a opinião e a expressar-se livremente.

O direito ao voto passou a ser de todos a partir dos 18 anos.

As mulheres deixaram de ser "propriedade" dos maridos. Passaram a poder viajar sem precisar da autorização escrita do marido e as professoras puderam casar livremente sem requerer autorização.

Estabeleceu-se o direito à greve e a férias.

O Sistema Nacional de Saúde implementou-se, mesmo não sendo perfeito.

O acesso à educação deixou de ser elitista e passou a ser para todos.

Honremos todos que marcharam pela nossa liberdade...

Já ouviste falar dos prédios Floresta Vertical (“Bosco Verticale”): dois arranha-céus revestidos do verde de milhares de árvores, arbustos e plantas?

 Lê o seguinte artigo: a floresta dentro das cidades


Conheces uma área mineira abandonada requalificada para aproveitamento turístico?

 

Fonte da imagem: https://roteirodasminas.dgeg.gov.pt/lista-de-pontos/mina-de-sao-domingos-pt-1/

A mina de São Domingos, localizada na Faixa Piritosa Ibérica, no concelho de Mértola, funcionou entre 1864 e 1965 e nela eram explorados cobre e enxofre. 

O conjunto inclui várias estruturas e equipamentos que eram utilizados na produção e processamento de minério, como a grande mina a céu aberto, o complexo industrial, além de uma aldeia onde residiam os operários e os administradores da mina. O minério era transportado por uma linha férrea até ao porto fluvial do Pomarão, no Rio Guadiana, onde era transferido para barcos com destino a outras partes do país ou para o estrangeiro. 

A exploração criou gravíssimos problemas ambientais na região em redor, devido principalmente à contaminação das águas pelas escórias, que foram deixadas no local após o encerramento da mina.

Atualmente existe uma Rota do Minério que percorre as ruas da localidade alentejana, além dos velhos acessos do antigo complexo mineiro, seguindo ao longo da antiga via-férrea até ao Porto do Pomarão. A Casa do Mineiro, possível de visitar, ilustra a vivência das famílias e alberga objetos e memórias dos tempos em que a mina funcionava.

Passados todos estes anos, restou também a praia fluvial da Tapada Grande. Inicialmente construída para abastecimento da povoação e dos trabalhos mineiros, assume agora funcionalidades recreativas.


Como se distribui a produção de eletricidade através das energias renováveis no mundo?

Como é o consumo de energia por pessoa, no mundo, desde os anos 60?

Quais os impactes da indústria extrativa?

- alteração da paisagem;
- desflorestação e destruição de habitats;
- poluição dos solos e das águas superficiais e subterrânea;
- poluição sonora provocada pelos rebentamentos;
- degradação das áreas devido ao abandono das minas e pedreiras;
- aumento do desemprego e diminuição da qualidade de vida pelo encerramento das minas.

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Memórias da visita de estudo ao litoral português e Lisboa

No âmbito da disciplina de Geografia A e C dos cursos de Línguas e Humanidades e de Ciências Socioeconómicas, os alunos do 10.º, 11.º, e 12.º anos realizaram, nos dias 14 e 15 de março de 2024, uma visita de estudo ao litoral português e à cidade de Lisboa. 

Assim, começámos por visitar S. Martinho do Porto, uma pitoresca vila costeira conhecida pela sua bela baía em forma de concha. Partimos em direção à Lagoa de Óbidos, um paraíso natural de águas tranquilas rodeada por belas paisagens de que, devido a constrangimentos alheios à nossa vontade, não conseguimos tirar todo o proveito. Fica a vontade de regressar. 

Seguiu-se uma paragem no Tômbolo de Peniche, onde tirámos belas fotos no Cabo Carvoeiro, um promontório com falésias escarpadas, formações rochosas impressionantes e vistas espetaculares para o Oceano Atlântico, de onde foi possível avistar as Berlengas. E não podíamos sair de Peniche sem passar pela sua conhecida Fortaleza e sem dar um salto à praia Supertubos, um paraíso para os surfistas devido às suas ondas desafiadoras.

Chegados a Lisboa, dedicámos tempo a explorar o moderno e vibrante Parque das Nações, uma área revitalizada, local da Expo98, que mudou a parte oriental da cidade. Passeámos ao longo do Rio Tejo, maravilhando-nos com a arquitetura contemporânea, os jardins bem cuidados e as diversas atrações culturais. Houve ainda oportunidade de fazer umas comprinhas no Centro Comercial Vasco da Gama.

O segundo dia foi dedicado a percorrer a pé a Baixa de Lisboa, conhecida pela sua planta ortogonal arquitetada pelo Marquês de Pombal após o terramoto, pelas suas ruas históricas, arquitetura impressionante e vibrante atmosfera cultural. 

Este dia culminou com a visita ao QUAKE – Museu do Terramoto, um museu fascinante e interativo que explora a história sísmica de Lisboa e os impactos do grande terramoto de 1755. Através de exposições interativas e artefactos históricos, aprendemos sobre as causas e consequências do desastre natural e sua influência na arquitetura, cultura e sociedade da cidade, bem como a agir nestas situações.

A nossa visita foi repleta de descobertas, aventuras e momentos inesquecíveis que proporcionaram aprendizagens e cimentaram relações.



Sabias que hoje é o Dia da Geografia?